Luta por benefícios não é de agora!

A luta contra os impecílios não vem de agora. Já em 2010 na busca por melhorias salatiais enfrantamos ações excusas, clique e relembre.

Reunião com o "representante" para reivindicações - 2011

Em reunião com o "reprensentante" da categoria cobramos posiocionamento em relaçõa à algumas demandas pontuais em relaçõa à PMDF.

Primeira carreata da cobrança - maio de 2011

O RECADO FOI DADO, CARREATA DA COBRANÇA.

MAIS DE 10 MIL PMs E BOMBEIROS SE REÚNEM NA PRAÇA DO RELÓGIO

PARABÉNS AOS COLEGAS PELA DEMONSTRAÇÃO DE UNIÃO, PARTICIPAÇÃO E DISCIPLINA.

Várias reuniões em busca de melhorias para as categorias- 2012

Resultado da reunião com a bancada dos deputados federais e senadores do DF com o Movimento Unificado da PM e BM, ocorrida na Câmara dos Deputados.

Convocação para mobilização 2010

Sempre buscamos esclarecer e mostrar os melhores meios possíveis para o êxito das reividicações.

Maior assembleia PM e BM DF

PMs e Bombeiros Militares de Brasília realizam o maior movimento reivindicatório já registrado no DISTRITO FEDERAL.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Reflexao

          Amigos Policiais e Bombeiros Militares, nesta edição convido os nobres companheiros para uma reflexão sobre o atual momento em que estamos vivendo, estamos às portas de mais uma vez participarmos do momento de escolha das pessoas que estarão a nos representar perante as demandas e anseios de nossas classes.


         Senhores, devemos nos orientar e pesquisar sobre as propostas de todos os candidatos que se intitulam defensores da Polícia Militar. É importante salientar que, caso eleitos, defenderão proposições das quais muito poderão prejudicar a tropa que já está tão sofrida. Vejamos, há candidato pregando reajuste salarial acima de R$ 3.000,00 e isso chamou-me muito a atenção e, para minha surpresa, a ideia do candidato seria a criação de uma escala única na caserna que pudesse possibilitar que todos os policiais pudessem tirar 8 serviços voluntários por mês. Acredito que a ideia central deveria ser completamente diferente da proposta pelo candidato, já que  todos os  amigos  policiais e bombeiros gostariam que seus candidatos lutassem por um salário justo e digno que contemplasse todas as suas necessidades e de sua família e o serviço voluntário pudesse vir como uma faculdade a cada servidor e não  como obrigação. Portanto, senhores, minha luta se resume a buscarmos um salário digno e melhores condições de trabalho e não entregar nossos companheiros a escravidão do serviço Voluntário.

        Posto as propostas do candidato à Deputado federal Laerte Bessa para que os senhores reflitam e tomem suas conclusões. Pois são equivalentes às que defendo, estamos juntos nas ideias e propostas.




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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Candidatos do PPS são barrados


Eleições 2014 »Candidatos do PPS são barrados pelo Tribunal Regional EleitoralRepresentantes do partido a vagas na Câmara Legislativa tiveram registros negados pelo TRE-DF porque a legenda não cumpriu a quantidade mínima legal exigida de 30% para concorrentes do sexo feminino

Publicação: 20/08/2014 06:02 Atualização:20/08/2014 00:00







Pela falta de apenas uma candidata na chapa proporcional local, o PPS corre sério risco de não poder disputar a corrida à Câmara Legislativa este ano. A legislação determina que 30% do total dos candidatos devem ser do sexo feminino e o partido precisaria ter inscrito 15 na relação total de 48, mas apresentou apenas 14 nomes e esbarrou nas obrigações legais. Com base no não cumprimento da regra, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) indeferiu o registro de toda a chapa proporcional da legenda. A decisão colegiada foi tomada na semana passada e mantida em sessão na última segunda-feira. No entendimento da Corte, o PPS está fora do páreo. Responsável por eleger dois distritais em 2010, a legenda se apega à esperança de tentar reverter a determinação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até lá, os quase 50 candidatos vão permanecer na incerteza.

Em 1997, na tentativa de aumentar a proporção de participação feminina na política, a legislação definiu que três entre 10 candidatos deveriam ser mulheres (Veja O que diz a lei). Ao longo do tempo, os partidos e coligações cumpriram a obrigatoriedade, mas argumentando que o simples preenchimento das vagas disponíveis nas chapas não significava aumento na representatividade do sexo feminino na política. Atualmente, dos 24 distritais, quatro são mulheres e, dos oito federais, duas são mulheres. Mas a regra sempre foi cumprida, ainda que a contragosto.

No início de julho, o PPS entregou a lista total de candidatos com 14 mulheres. Isso representava 29,16% do total e não preenchia a taxa obrigatória. Mas ainda restaria um mês para que nomes nas chapas proporcionais fossem substituídos e a proporção mínim,a alcançada. No entanto, o prazo correu e não houve a troca em tempo hábil. De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a sigla foi alertada e perdeu duas datas para que a retirada do nome de um homem e a inclusão de uma candidata. A situação seguiu assim até 6 de agosto, último dia do prazo.

O presidente da legenda no DF, Francisco Andrade, garante que não foi negligente e entregou ao TRE a nova lista com as proporções correspondentes: 33 homens e 15 mulheres. No entanto, não teria observado que, com a documentação, era preciso entregar a renúncia do candidato. “Foi um processo demorado. Precisamos fazer uma longa pesquisa com todos os candidatos, afinal, não poderíamos obrigar ninguém a desistir da disputa. No fim, precisamos fazer um sorteio para a substituição. Infelizmente, isso aconteceu, mas não iremos abandonar os nossos filiados”, explicou Chico. 

Correio web



O que diz a lei

A Lei das Eleições (nº 9.504, de 1997) é a responsável por definir as regras gerais para as disputas eleitorais. Entre outros pontos, a norma estabelece que cada partido poderá registrar candidatos proporcionais (Câmara dos Deputados, Câmara Legislativa, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais) em um número correspondente a até 150% do total de vagas disponíveis (o teto se aplica para as situações em que as legendas estejam coligadas). No caso do DF, para chapa de uma sigla só (como é o PPS), é autorizado o número máximo de 48 postulantes. O parágrafo 3º do artigo 10 estabelece que cada partido ou coligação deve preencher a quantidade total de candidatos com, pelo menos, 30% de mulheres. Em novembro de 2012, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu, por meio de acórdão, que naqueles casos em que não for possível preencher a cota mínima feminina, o número de homens na chapa deve ser reduzido até atingir a proporção obrigatória.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

URNAS ELETRONICAS


         TSE não fará teste público das urnas eletrônicas antes das eleições.

     Especialistas condenam a atitude e criticam falta de transparência.

por CRISTINA TARDÁGUILA  - O GLOBO


RIO — Apesar de reconhecer que “os testes de segurança das urnas eletrônicas fazem parte do conjunto de atividades que garantem a melhoria contínua deste projeto”, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não fará nenhum antes das eleições de outubro. Desde 2012, aliás, quando uma equipe de técnicos da Universidade de Brasília (UnB) simulou uma eleição com 475 votos na urna eletrônica e conseguiu colocá-los na ordem em que foram digitados, o tribunal não expõe seus sistemas e aparelhos à prova de técnicos independentes. Mesmo assim, continua a afirmar que eles são seguros e invioláveis.

Para especialistas em computação, o TSE se arrisca ao dispensar as contribuições e os ajustes que poderiam florescer em testes públicos independentes e erra ao adotar uma postura de extrema confiança em relação a seus sistemas de registro, transmissão e contagem de votos. Muitos lembram que, recentemente, até mesmo as comunicações da presidente Dilma Rousseff foram rastreadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA) americana.



— Eu aguardava ansiosamente os testes de 2014 para verificar pelo menos se os problemas de segurança que descobrimos (em 2012) haviam sido corrigidos — disse ao GLOBO o professor de computação Diego Aranha, hoje trabalhando na Unicamp. — Mas isso não vai acontecer e lamento por isso. Eu realmente acredito que as urnas eletrônicas brasileiras seriam viradas pelo avesso se pudéssemos fazer testes realistas e sem restrições nelas. Mas o TSE nos impede.

Em 2012, Diego e três técnicos da UnB se cadastraram no TSE para participar de um teste público das urnas e, segundo contam, conseguiram provar a vulnerabilidade delas sem precisar abri-las.

— No teste, o TSE abriu o código de programação do software da urna e nos deu cinco horas para analisar mais de 10 milhões de linhas de programação. Em menos de uma hora descobrimos a equação usada pelas urnas para embaralhar os votos que ela registra e, para provar isso, simulamos uma eleição com 475 votos e, em seguida, ordenamos os votos que foram registrados nela. Resumindo: achamos um erro banal do sistema — afirmou Aranha.

Desde então o TSE não realiza testes desse tipo. E afirma, via assessoria de imprensa, que não tem previsão para fazê-los.

— A ausência de testes públicos, livres, sem controle sobre o que será testado, per se, já é um dano. Independentemente de eventuais riscos técnicos — o professor da FGV Direito Rio, Pablo Cerdeira. — É direito nosso, de todos os cidadãos, não apenas saber dos resultados mas também como foi todo o processo para se chegar a ele. Imagine se a apuração de uma eleição feita em papel fosse realizada a portas fechadas, de forma secreta, sem que ninguém pudesse acompanhar. O sistema não seria confiável. É a mesma coisa com a votação eletrônica. Se a sociedade não puder acompanhar, sem restrições, como funcionam as urnas, podemos dizer que temos dois danos: não estão respeitando nosso direito à transparência e estamos corremos o risco de ter alguma falha no sistema que permita a violação das eleições.

Cerdeira lembra que a presença de erros em computadores é algo “muito comum” e que, nos últimos 30 dias, foram descobertas duas “falhas catastróficas” em sistemas utilizados por empresas do mundo todo:

— O OpenSSL, com a falha conhecida como Heartbleed, responsável pela comunicação criptografada de bancos, e-mails e redes sociais, por exemplo, afetou dois terços de todos os computadores do mundo. Falha descoberta na semana passada no Internet Explorer, da Microsoft, permite a violação de segurança de todos os computadores com Windows e Internet Explorer. Tão séria a ponto de o Governo Norte-americano sugerir que as pessoas não usem esse navegador. Imaginar que nosso sistema de urnas eletrônicas é mais seguro do que os sistemas desenvolvidos por milhares ou mesmo milhões de programadores, como é o caso do Internet Explorer e do OpenSSL, não parece razoável.

Para tentar contornar essa questão, em fevereiro o TSE lançou uma portaria convocando um “grupo de segurança” para testar os aparelhos e sistemas usados nas eleições. A equipe de 12 pessoas tem, no entanto, apenas um membro “independente”. Oito são oriundos de tribunais regionais eleitorais e três do próprio TSE.

Segundo o tribunal, o “grupo de segurança” tem por objetivo completar quatro trabalhos — sem data fixada para sua conclusão. Ele deve “mapear requisitos de segurança das diversas fases do processo eleitoral brasileiro, elaborar um plano nacional de segurança do voto informatizado, propor um modelo ágil de auditoria da votação e totalização dos votos e estudar, propor e validar modelos de execução do teste de segurança”.

Diante da informação oficial o professor Diego Aranha retruca:

— Mas isso não deveria já ter sido feito há muito tempo?

E, sobre a composição do grupo, o professor Pablo Cerdeira comenta:

— A escolha de tanta gente de dentro dos tribunais é uma decisão política — diz ele. — Mas o importante é observar que há dois problemas aqui: a baixa representação independente (apenas um) e, depois, a dúvida sobre o que uma única pessoa conseguirá auditar. Na prática, quase nada. É preciso não apenas que outros atores auditem o sistema, mas que eles realizem testes em ambientes não controlados pelo TSE. Imagine que um novo modelo de carro só possa ter sua segurança testada no laboratório, dentro das condições que os desenvolvedores definirem. É claro que na prática ele vai enfrentar situações que muitas vezes podem não ter sido previstas pelos desenvolvedores. É por isso que é preciso testes no ambiente real.

Professor titular da Faculdade de Ciência da Informação e diretor do Centro de Pesquisa em Arquitetura da Informação da UnB, Mamede Lima-Marques integra o “grupo de segurança”. É, na verdade, o único membro “independente”. Lima-Marques conta que a equipe já fez uma reunião presencial em Brasília, mas que mantém contato virtual. Em sua meta estão a preparação de um Plano Nacional de Segurança, para que as decisões tomadas pelo TSE cheguem de forma mais transparente e rápida aos TREs, e a “instrumentalização da auditoria do sistema eleitoral”, que busca facilitar a rechecagem do sistema.

— Estamos trabalhando para a criação de uma agenda de trabalho para o grupo, mas agimos de forma completamente independente ao calendário das eleições — ressalta ele.

Lima-Marques reconhece que os testes públicos são de “suma importância”. Ele, inclusive, coordenou o de 2012, mas diz que essas provas não precisam ser realizadas todos os anos.

— As urnas que vamos usar em outubro são da mesma geração das usadas em 2012, e as fragilidades detectadas no último teste já foram sanadas — explica. — Fazer esses testes é algo caro, complicado e demorado. E a vulnerabilidade das urnas não depende do tempo de vida delas. Está muito mais vinculado às condições técnicas.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Convites

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        Amigos leitores do blog, não me cansarei de agradecer a grande receptividade que estou recebendo por onde estou indo. 

            Aproveito este espaço para estender este convite:







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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Revista Eletrônica 123


         
Comentário sobre a decisão do TRE-DF em relação à candidatura de José Roberto Arruda.

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Correio Brasiliense
Arruda continua na campanha, enquanto defesa prepara recurso ao TSE TRE considera o candidato do PR ficha suja e sem condições de concorrer ao cargo de governador
Helena Mader
Arthur Paganini

Publicação: 13/08/2014 06:40 Atualização:
 
           José Roberto Arruda (PR) sofreu ontem um revés na tentativa de voltar ao poder. Por cinco votos a dois, o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) negou o registro da candidatura do ex-governador do Distrito Federal. A maioria do plenário considerou que a Lei da Ficha Limpa o impede de participar das eleições por causa de uma condenação em segunda instância em ação de improbidade administrativa. Apesar da decisão, Arruda poderá permanecer na campanha. A defesa dele prepara um recurso para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e demonstra otimismo na possibilidade de reverter o resultado.

    Com a decisão de ontem, a campanha deve esquentar, principalmente na troca de ataques entre Arruda e Agnelo Queiroz (PT). Nos eventos e sabatinas, o ex-governador, líder nas intenções de votos, tem feito muitas críticas ao adversário. O petista, por sua vez, tem ressaltado a questão jurídica que ameaça a permanência de Arruda na disputa. “O TRE exprimiu com fidelidade o espírito da lei que castiga quem não preenche os requisitos. A população, agora, tem a oportunidade de confirmar esse entendimento mediante o voto”, afirmou o advogado da coligação encabeçada por Agnelo, Luís Carlos Alcoforado.
 
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TRE cassa candidatura de Arruda

TRE cassa candidatura de Arruda ao governo do DF
Condenação em 2ª instância é critério para impedir candidatura, diz tribunal. Defesa diz que registro foi feito antes de decisão da Justiça e que vai recorrer.
12/08/2014 23h11 - Atualizado em 12/08/2014 23h35
Do G1 DF
arruda entrevista coletiva (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)O ex-governador do DF José Roberto Arruda
Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE) cassou nesta terça-feira (12), por 5 votos a 2, a candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do DF. O tribunal decidiu que ele está impedido de concorrer ao cargo porque foi condenado por improbidade administrativa por órgão colegiado, por participação no suposto esquema de corrupção conhecido por mensalão do DEM. Cabe recurso.

A defesa alega que o registro junto TRE foi feito em 5 de julho, antes da condenação pelo Tribunal de Justiça, ocorrida em 9 de julho. O advogado de Arruda, Francisco Emerenciano, disse que vai recorrer. Ele afirmou que a campanha continua normalmente.

No mês passado, a segunda instância do TJ manteve a condenação do ex-governador e da deputada Jaqueline Roriz por improbidade administrativa. A Justiça entendeu que Jaqueline recebeu propina para apoiar a candidatura de Arruda em 2006.
Após a condenação, Arruda disse que iria recorrer, defendeu sua candidatura e afirmou que os adversários tentavam ganhar no "tapetão".

Segundo o relator do processo, Cruz Macedo, se o tribunal pode cassar o diploma de um candidato eleito, não ha como ser impedido de atuar da mesma forma com os registros. "Se o pedido não foi apreciado, e recebe-se a noticia de uma condenação, com danos ao erário, está dada a inegibilidade."
"Não é necessário o julgamento da Justiça Eleitoral. A perda dos direitos políticos está definida em acórdão de órgão colegiado", afirma o relator, em referencia à decisão do TJ.

Fonte G1