Luta por benefícios não é de agora!

A luta contra os impecílios não vem de agora. Já em 2010 na busca por melhorias salatiais enfrantamos ações excusas, clique e relembre.

Reunião com o "representante" para reivindicações - 2011

Em reunião com o "reprensentante" da categoria cobramos posiocionamento em relaçõa à algumas demandas pontuais em relaçõa à PMDF.

Primeira carreata da cobrança - maio de 2011

O RECADO FOI DADO, CARREATA DA COBRANÇA.

MAIS DE 10 MIL PMs E BOMBEIROS SE REÚNEM NA PRAÇA DO RELÓGIO

PARABÉNS AOS COLEGAS PELA DEMONSTRAÇÃO DE UNIÃO, PARTICIPAÇÃO E DISCIPLINA.

Várias reuniões em busca de melhorias para as categorias- 2012

Resultado da reunião com a bancada dos deputados federais e senadores do DF com o Movimento Unificado da PM e BM, ocorrida na Câmara dos Deputados.

Convocação para mobilização 2010

Sempre buscamos esclarecer e mostrar os melhores meios possíveis para o êxito das reividicações.

Maior assembleia PM e BM DF

PMs e Bombeiros Militares de Brasília realizam o maior movimento reivindicatório já registrado no DISTRITO FEDERAL.

4 de mar de 2015

GDF INFORMA QUE CHAMARÁ AS ASSOCIAÇÕES PARA DISCUTIR O PLANO DE CARREIRA DOS PMs e BOMBEIROS DO DF.

GDF diz que vai retomar plano para reestruturar carreira de PMs

Capital do país conta com 15,4 mil policiais militares e 6.170 bombeiros.

CATEGORIA FEZ OPERAÇÃO TARTARUGA NO ANO PASSADO PARA COBRAR MUDANÇAS.

RAQUEL MORAIS DO G1 DF

O secretário de Segurança, Arthur Trindade, o governador Rodrigo Rollemberg e o comandante-geral da PM, coronel Florisvaldo Ferreira César (Foto: Raquel Morais/G1)O secretário de Segurança, Arthur Trindade, o governador
Rodrigo Rollemberg (Foto: Raquel Morais/G1)


O governador Rodrigo Rollemberg afirmou nesta terça-feira (3) que vai retomar as discussões para reestruturação das carreiras de policiais militares e bombeiros do Distrito Federal. A primeira conta com 15,4 mil homens. A segunda, 6.170.
De acordo com o chefe do Executivo local, ainda não há um prazo para o fim das negociações e a implantação das mudanças. Rollemberg disse que vai consultar associações representativas para chegar a um consenso.
No início do ano passado, PMs promoveram uma operação tartaruga e instalaram outdoors cobrando do governo isonomia salarial e reestruturação da carreira. Eles alegavam se sentir desmotivados. Houve queda de produtividade, com redução de 40% no número de armas apreendidas e aumento em crimes violentos.
A Corregedoria da Polícia Militar chegou a prender 12 policiais, entre praças e oficiais, entre suspeitos de envolvimento com a mobilização. A alegação era de que eles tinham cometido crimes militares como incitação à desobediência, desrespeito a superiores diante de outros militares, recusa em obedecer ordens e publicações indevidas.
Em entrevista ao G1 no período de transição, o secretário de Segurança Pública e Paz Social, Arthur Trindade, disse considerar que os problemas foram contornados graças à ação dos então gestores da pasta e que agora é necessário adotar nos próximos meses soluções definitivas. Preferindo não antecipar ideias, o ele afirmou que discutirá propostas com os órgãos de polícia e com as equipes econômica e jurídica do governo. Ele também pretende conversar com as categorias.

"A nossa expectativa é que esse tipo de manifestação que a gente assistiu a partir do segundo semestre de 2013 e primeiro de 2014 [Operação Tartaruga], que resultou justamente no aumento das taxas de criminalidade, não ocorra mais", declarou na época. "[Mas] A gente sabe que as insatisfações continuam e são basicamente as mesmas."

COMENTÁRIO:
Ontem recebi no meu zapzap um modelo que está rolando nas redes sociais de um plano de carreira para os policiais e bombeiros do DF, confesso que me preocupou, pois, não vejo muita vantagem para aqueles que estão indo embora e também aos que já foram, qualquer plano de carreira que venha prejudicar nossos policiais antigos que já deram grande contribuição em seus serviços prestados a sociedade de Brasília e aos nossos aposentados jamais terá meu apoio.

3 de mar de 2015

GDF ENCURRALADO


ESTA FOTO TE LEMBRA ALGUMA COISA?

QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA, O MOVIMENTO É DOS SERVIDORES PÚBLICOS EM ESPECIAL PROFESSORES.
E






CRISE NO GDF »
Categorias cogitam o Supremo Para garantir os aumentos contestados pelo Ministério Público, representantes dos servidores tentam saída jurídica, o que inclui o apelo ao Supremo.
Hoje, os sindicatos se reunirão com integrantes da Câmara Legislativa

» ALMIRO MARCOS
» AMANDA MARTIMON
Publicação: 03/03/2015 04:00

Protesto de professores em frente ao Buriti: greve geral colocada em pauta

Os departamentos jurídicos dos sindicatos que representam os mais de 100 mil servidores prejudicados pela Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra reajustes concedidos pelo governo Agnelo Queiroz (PT)passaram o dia em busca de alternativas para o caso. Eles decidiram que todos entrarão com solicitações para ingressar como parte do processo na Justiça. Outra medida será um recurso conjunto para contestar o pedido feito pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) na última sexta-feira. Eles estudam ainda a possibilidade de ir preventivamente ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mais do que a esfera judicial, os trabalhadores também prometem ir às ruas para garantir o que consideram direito adquirido.

Enquanto isso, o governo continua analisando o caso. Atualmente, o Buriti tende ao cumprimento dos reajustes, que começam a vigorar boa parte a partir da folha deste mês — paga em abril. “Nós precisamos conhecer com profundidade a ação do Ministério Público, qual é a decisão da Justiça, para só então dizer qual é a posição do governo”, disse o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) durante audiência na Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Mais tarde, o chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, disse que não há como fazer nada diferente, a não ser cumprir a legislação aprovada. “Estamos estudando os detalhes dessa ação”, resumiu.

As principais categorias atingidas pela medida proposta pelo MPDFT participaram, ontem à tarde, de uma reunião no Sindicato dos Médicos. Saíram de lá com três definições essenciais: o pedido de cada um dos sindicatos para figurar como parte na Adin (figura juridicamente conhecida como amicus curiae), a participação de todos em um recurso comum e a possibilidade de ingresso de algum pedido no Supremo Tribunal Federal (STF). “Estamos pensando em todos os meios para garantir os nossos direitos”, resumiu o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis da Administração Direta, Autarquias, Fundações e Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindireta), Ibrahim Yusef.

Encontros
Hoje, as categorias participarão de duas reuniões principais, uma na Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outra na Câmara Legislativa, com a presidente da Casa, deputada Celina Leão (PDT), e outros distritais. Na primeira, discutirão novas possibilidades de saídas judiciais e afinar os discursos. Na segunda, vão buscar a confirmação de que as leis foram aprovadas de forma correta e com as devidas previsões orçamentárias. “Pelo o que nós sabemos, todo o trâmite legal foi seguido. Estamos tranquilos quanto a isso”, acrescentou Yusef.

Washington Dourado, diretor do Sindicato dos Professores (Sinpro), explica que o mês de abril será decisivo para as categorias. “A partir daí, vamos saber o que vai acontecer. Estaremos todos mobilizados. Se o nosso direito não for garantido, a tendência é caminhar para greve geral. O MP está sendo seletivo e vem contestar os reajustes. Mas por que o órgão não se manifesta sobre falta de professores, dos recursos para as escolas e os atrasos no pagamento de benefícios?”, contesta.



Cheque sem fundo

Publicação: 03/03/2015 04:00

As 32 leis contestadas na Adin dizem respeito a 31 categorias profissionais e foram aprovadas pelo governo passado em 2013. Os reajustes foram parcelados em várias vezes, divididos entre aquele ano, 2014 e 2015. No entendimento do MPDFT, que preparou sozinho a ação — fora da força-tarefa criada para investigar problemas da gestão passada —, os benefícios existiam apenas nas leis aprovadas pela Câmara Legislativa e sancionadas pelo Palácio do Buriti. Faltou a previsão orçamentária para 2015. Em outras palavras, Agnelo Queiroz teria passado um cheque pré-datado sem fundos para os servidores.

Em recomendação encaminhada ao governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e à presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PDT), o Procurador-Geral de Justiça, Leonardo Bessa, sugeriu que sejam realizados estudos técnicos, com verificação dos impactos orçamentários, em caso de concessão dos reajustes das leis contestadas ou mesmo em futuros projetos semelhantes.

Por outro lado, a Adin é clara no pedido de liminar que está sob análise do desembargador Humberto Adjuto Ulhôa, que despachará a respeito do pedido de urgência e será relator do caso junto ao Conselho Especial da Corte. A ação pede a suspensão de qualquer reajuste a ser implantado em 2015 até decisão definitiva.

CONVITE:
CONVIDO A TODOS A PARTICIPAREM DE NOSSA SALA DE BATE PAPOS, APROVEITE E COLOQUE UM COMENTÁRIO.






2 de mar de 2015

vamos conversar na sala de bate papos

quem desejar conversar comigo estou online na sala de bate papos.

On Line - 2ª, 3ª e 5ª às 21:00 h