Luta por benefícios não é de agora!

A luta contra os impecílios não vem de agora. Já em 2010 na busca por melhorias salatiais enfrantamos ações excusas, clique e relembre.

Reunião com o "representante" para reivindicações - 2011

Em reunião com o "reprensentante" da categoria cobramos posiocionamento em relaçõa à algumas demandas pontuais em relaçõa à PMDF.

Primeira carreata da cobrança - maio de 2011

O RECADO FOI DADO, CARREATA DA COBRANÇA.

MAIS DE 10 MIL PMs E BOMBEIROS SE REÚNEM NA PRAÇA DO RELÓGIO

PARABÉNS AOS COLEGAS PELA DEMONSTRAÇÃO DE UNIÃO, PARTICIPAÇÃO E DISCIPLINA.

Várias reuniões em busca de melhorias para as categorias- 2012

Resultado da reunião com a bancada dos deputados federais e senadores do DF com o Movimento Unificado da PM e BM, ocorrida na Câmara dos Deputados.

Convocação para mobilização 2010

Sempre buscamos esclarecer e mostrar os melhores meios possíveis para o êxito das reividicações.

Maior assembleia PM e BM DF

PMs e Bombeiros Militares de Brasília realizam o maior movimento reivindicatório já registrado no DISTRITO FEDERAL.

30 de jul de 2015

SETE ENTRE CADA DEZ POLICIAIS TEM COLEGAS MORTOS.

Sete entre dez profissionais de segurança têm colegas assassinados

De acordo com a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa será importante para mostrar os riscos que envolvem o trabalho dos profissionais de segurança.

 Agência Brasil

Sete entre dez profissionais de segurança pública de todo o país dizem que já tiveram algum colega assassinado fora do trabalho, mostra pesquisa feita com 10.323 profissionais de vários estados. O resultado do trabalho foi apresentado hoje (30) em encontro internacional sobre o tema no Rio de Janeiro.
A pesquisa faz parte do estudo "Vitimização e risco entre profissionais do sistema de segurança pública”, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. As entrevistas ocorreram entre os dias 18 de junho e 8 de julho. Entre os profissionais ouvidos estão policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, guardas municipais e bombeiros em todos os estados do país.

De acordo com a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa será importante para mostrar os riscos que envolvem o trabalho dos profissionais de segurança e pode ajudar a formular políticas de prevenção e proteção dos policiais.

"Somente em 2013, verificamos que 490 policiais foram assassinados em todo o país e, diante desse dado alarmante, resolvemos aprofundar nosso conhecimento sobre as violações dos direitos desses agentes”, disse.
Segundo Samira Bueno, há uma cultura no Brasil de investigar as mortes provocadas pela polícia, mas são poucos conhecidos os casos de “vitimização sofrida pelo policial”. E acrescentou: “Eles estão aí para nos proteger, mas também precisam de segurança”.
O número de vítimas é ainda maior quando analisados apenas os policiais militares: 77,5%. O percentual de todos os profissionais de segurança ouvidos que perderam um colega durante o expediente de trabalho é 61,9%.
A pesquisa revela também que o receio de sofrer violência e retaliações tem influência na rotina e nos hábitos dos agentes. Quase metade (44,3%) esconde a farda ou o distintivo no trajeto entre a casa e trabalho e 35,2% escondem de conhecidos o fato de que são profissionais de segurança pública. Além disso, 61,8% evitam usar transporte público. “Eles precisam esconder sua profissão por causa dos riscos que correm, quando na verdade deveriam mostrá-la com orgulho", disse Samira.
A pesquisa foi divulgada durante o 9º Encontro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que ocorre no Rio de Janeiro desde o último dia 28 e termina amanhã (31). Participam do encontro especialistas em segurança pública do Brasil e do exterior.


postado em 30/07/2015 15:20  Agência Brasil.


DADO FAZ PARTE DE ESTUDO DO FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA.

MAIORIA DOS AGENTES RELATA FALTA DE EQUIPAMENTOS E DISCRIMINAÇÃO.

Dois em cada três policiais do país dizem que já tiveram colegas próximos vítimas de homicídio fora de serviço. É o que mostra uma pesquisa feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e cujos resultados serão divulgados nesta quinta-feira (30), no Rio O percentual de policiais que tiveram colegas mortos fora do expediente (68,4%) é maior, inclusive, que o de profissionais que dizem ter perdido um colega assassinado em serviço (60,6%).
Ainda de acordo com o estudo, 74,7% dos agentes de segurança no Brasil dizem já ter sofrido ameaças durante o combate ou a investigação de crimes; mais da metade (51,4%) relata ter sofrido ameaças também fora do serviço.
A pesquisa, intitulada "Vitimização e risco entre profissionais do sistema de segurança pública", foi feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e com a Secretaria Nacional de Segurança Pública e ouviu 10.323 policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, agentes penitenciários e integrantes do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal em todos os estados do país. O estudo foi realizado entre os dias 18 de junho e 8 de julho.
Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa mostra o quanto os policiais estão expostos durante suas trajetórias profissionais. “Os policiais são reconhecidos no Brasil pelas violações de direitos. Mas eles também são vítimas de violações dos seus próprios direitos, que passam despercebidas.”
Corpo de policial morto é enterrado em Aguaí (Foto: Sagui Florindo/Gazeta de Aguaí)Policiais se despedem de colega assassinado em Aguaí, interior de SP, em outubro de 2014. Segundo pesquisa, quase 40% têm medo de morrer em serviço (Foto: Sagui Florindo/Gazeta de Aguaí)

Discriminação
O estudo mostra que 64,2% dos agentes dizem ser discriminados em razão da função que exercem. A reclamação de que são alvos de preconceito da população recai também sobre o círculo de convívio dos filhos: 22,5% dizem que eles já sofreram discriminação na escola ou na comunidade.
“É um cenário triste. Mas trata-se de um dado esperado. 
A percepção de discriminação que o policial tem está intimamente ligada à desconfiança da população. Só 30% afirmam confiar na polícia. Isso porque, desde 1988, com o advento da Constituição, que tecnicamente rompe com o momento autoritário do país, muito pouco se mudou no modelo de segurança pública. As pessoas se afastam dos policiais porque eles são tidos como violentos. As instâncias responsáveis pela área direta ou indiretamente precisam pensar em mecanismos de modernização”, afirma Samira.
O número de agentes que relatam situações degradantes no trabalho é grande: 62,8% dizem já ter sofrido assédio moral ou algum tipo de humilhação. Um terço (32,3%) afirma ter sido vítima de violência física durante algum treinamento.
A pesquisa revela ainda que os agentes costumam adotar hábitos específicos no dia a dia para evitar serem alvos de retaliação ou violência: 36%, por exemplo, escondem o fato de serem policiais ou agentes prisionais de conhecidos.
Quase metade (45,5%) jamais deixa à mostra a farda ou o distintivo no trajeto casa-trabalho. E 61,4% evitam usar transporte público. “Esse dado chama bastante a atenção. São pessoas que têm que garantir o direito de ir e vir e não têm o deles assegurado. São pessoas que têm que esconder sua profissão”, afirma Samira.
“Isso é um alerta para as corporações, para os comandos, porque mostra como os profissionais se sentem em relação às condições de trabalho. A gente o tempo todo cobra eficiência, redução de indicadores de criminalidade. E é um dever cobrar. Mas pouquíssima gente olha as necessidades dos policiais. Em muitos casos, não há coletes ou eles não são adaptados, por exemplo, para a mulher que vai atuar”, afirma a diretora-executiva do fórum.
Os agentes também relatam insegurança durante a prática profissional e elencam alguns motivos para isso. A impunidade, com 64,6%, é o principal. Mais da metade (52,7%), no entanto, também coloca a falta de equipamento pessoal de proteção como fator preponderante.
De acordo com a pesquisa, 39,9% dos policiais têm receio de serem assassinados em serviço. Essa percepção varia entre as regiões do país. No Sul, esse índice sobe para 55,3%; no Sudeste, ele fica em 34,5%.

Distúrbios psicológicos


Para Samira, outro dado que merece destaque é o de policiais diagnosticados com algum distúrbio psicológico: 16,4%. “É um número muito alto. E como as corporações enfrentam isso? Basta ver as estruturas de atendimento. Quando muito, se existem, estão só nas capitais ou regiões metropolitanas. Isso sem contar o preconceito dentro das corporações quando um profissional procura um psicólogo. E esse percentual diz respeito apenas aos diagnosticados. Ou seja, o contingente deve ser muito maior.”
De acordo com a pesquisa, 86,5% dos ouvidos são homens, 56,4% têm de 25 a 40 anos e 44,1% trabalham em capitais. Além disso, 43,7% se declaram brancos, 9%, negros, e 44,7%, pardos.

Revisão das prováveis promoções para AGOSTO - Atualizadas de acordo com o almanaque de Praças de 22 de Julho de 2015


ATUALIZAÇÃO DAS PROVÁVEIS PROMOÇÕES EM 22/07/2015

VAGAS EXISTENTES
PROMOÇÕES C/ REDUÇÃO DE 50% (30 MESES)
PROMOÇÕES SEM REDUÇÃO -
*INTERSTÍCIO INTEGRAL*
ST

39


39
39
1º SGT

121

160
02
2º SGT

50


(167)**210
01

3º SGT
06
(167)**216
01

CB
829
03
ZERO
TOTAL
1029

(531) 625
43

**Apenas 167 3º Sargentos terão o CAP(Curso de Aperfeiçoamento de Praças) até a data da Promoção.
O que limita as promoções nesse quantitativo, pois
o CAP é requisito para a promoção a 2º SGT

 30/07/2015 07h53 - Atualizado em 30/07/2015 07h57

Termina sábado prazo para retirar kits da Corrida do Fogo, em Brasília Competição tem cinco mil inscritos; largada está prevista para 19h de sábado.
Banda do Corpo de Bombeiros e cantor de reggae são atração musical.

Os 5 mil inscritos na Corrida do Fogo, em Brasília, têm até este sábado (1º) para retirar o kit de participação do evento, no terceiro piso do Pátio Brasil. Ele contém camiseta, garrafinha e boné exclusivos para a corrida, com largada prevista para as 19h de sábado, em frente ao Museu Nacional.

Crianças sobem em caminhão dos bombeiros até 52 metros em Brasília

Grupo tinha entre 3 e 12 anos; todas matriculadas em colônia de férias.
Durante uma tarde, pequenos tiveram dicas de prevenção contra fogo.

Gabriel Luiz Do G1 DF
 Criança devidamente equipada ao lado de bombeiro do grupamento do Sudoeste (Foto: Gabriel Luiz/G1)
Como atividade de uma colônia de férias, um grupo de crianças de Brasília subiu a uma altura de 52 metros – equivalente a um prédio de 17 andares – nas escadas de um caminhão do Corpo de Bombeiros. Ao todo, 76 crianças de 3 a 12 anos conheceram a rotina da corporação no Distrito Federal durante uma tarde.
É a segunda vez que a colônia de férias leva crianças até os bombeiros. A coordenadora do projeto, Monique Alves, afirma que os pequenos ficam "eufóricos" com o passeio. “Não é só diversão. Temos também o lado de prevenção. Além de divertir, é importante educar”, disse Monique, antes de uma apresentação mostrando a atuação dos bombeiros no caso de um botijão de gás pegando fogo.
Crianças sobem escada de 52 metros em visita a bombeiros (Foto: Pollianna Carla/Divulgação)
Para os bombeiros, foi também uma oportunidade de mostrar os bastidores do trabalho. “As crianças conhecem nosso trabalho por filme, mas não na prática. Num momento de socorro, elas vão saber como se portar”, disse o sargento Alisson Oliveira.
“Tem que ter muita coragem para ser bombeiro. Uma das coisas que aprendi aqui é que não pode usar capacete quando você está dentro do caminhão porque senão você se machuca”, cita a estudante Maria Luiza MacDoweel, de 11 anos, questionada sobre o que aprendeu.
A visita dos jovens quebrou a rotina agitada dos bombeiros do grupamento militar do Sudoeste. Em todo o ano passado, a corporação atendeu 3,9 mil ocorrências de focos de incêndio. Neste ano, o Inmet estima um número maior de incêndios florestais devido às mudanças climáticas provocadas pelo El Niño, fenômeno associado ao aquecimento das águas do Pacífico.
“Quando tem serviço, é sempre algo sinistro. Hoje é só diversão”, afirma o soldado Leonardo Correia. Ao lado dele, ao volante do caminhão avermelhado usado para apagar o fogo, o garoto de 10 anos Tiago Imbuzeiro se empolga: “Agora eu decidi que quero virar bombeiro”.

20 de jul de 2015

VIGÉSSIMA REVISTA ELETRÔNICA, UM PRAÇA NA CABE, SIM NÓS PODEMOS.

VIGÉSIMA REVISTA ELETRÔNICA



UM PRAÇA NA CABE, SIM NÓS PODEMOS, JUNTOS SOMOS FORTES.

Resultado da enquete em quem você votaria se a eleição da CABE fosse hoje, em um praça ou em um coronel?
93% disseram que votariam em um praça.
7% disseram que votariam em um coronel.

Você sabia que um Praça pode ser o Presidente da CABE ? E que sempre te falaram meias verdades para criarem mentiras inteiras ? Você está satisfeito com a atual gestão da CABE ? Você votaria numa chapa apoiada pela atual gestão ? Mantendo assim o mesmo nível de administração ? Você sabe como é escolhido o Presidente do Conselho Deliberativo ? O Conselho Deliberativo obrigatoriamente terá : 01 Of. Superior, 01 Of Subalterno ou Intermediário, 01 Sub. Ten ou 01 Sgt , 01 Cabo ou 01 Soldado. Este Conselho Deliberativo fará uma VOTAÇÃO INTERNA ( entre eles ) e dentre eles um será escolhido o Presidente. LOGO, É POSSÍVEL UM PRAÇA SER PRESIDENTE DA CABE. Portanto Cuidado... Ao escolher a chapa que você vai votar, não olhe somente para os Candidatos, eles podem ser meros fantoches, não olhe para as frases de efeito, pois até os papagaios sabem falar. OLHE PARA QUEM ESTÁ APOIANDO E FINANCIANDO, ESTES É QUEM REALMENTE COMANDARÃO. Existe muito dinheiro envolvido na Eleição da Cabe. Só teria um jeito de Um Praça se tornar o Presidente da Cabe : Se houvesse união, deixar vaidades e opiniões pessoais de lado,e sem projetos pessoais. Será se isto é possível acontecer ? Senão os coronéis continuarão a "Presidir". Se surgisse uma Chapa unida e organizada, com lideranças e os Praças apoiando, e o Principal: Que Um Praça fosse o Presidente, eu apoiaria. E não adianta dizer que a maioria da chapa é composta de Praças, pois na atual Direção da Cabe muitos são Praças, mas tá aí o resultado. E se esta alternativa não surgir ? Eu já decidi. EU NÃO VOTO, NEM FAÇO CAMPANHA PARA OFICIAL. Se for para continuar como está ... QUE A CABE ACABE.

Eliomar Rodrigues.


                     CAIXA BENEFICENTE DA POLÍCIA MILITAR                               DO DISTRITO FEDERAL 

             ESTATUTO SOCIAL 


CAPÍTULO III 



QUADRO SOCIAL, ADMISSÃO, DEMISSÃO.  

Art. 6º - Poderão ser admitidos como contribuintes da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Distrito Federal as seguintes categorias: 
I. Natos: Policiais Militares do Distrito Federal, ativos e inativos; 
II. Instituídos: Pensionistas militares e funcionários civis da PMDF, na forma de seu Regimento Interno. 

CAPÍTULO IV 

DOS DIREITOS DOS CONTRIBUINTES 

Art 8º - Todo contribuinte terá acesso aos benefícios concedidos neste Estatuto, a saber: 

I. Votar e ser votado, observados os requisitos estabelecidos no Regimento Interno, no capítulo do procedimento eleitoral;

II. Solicitar, por escrito, a qualquer tempo, a sua exclusão do quadro de contribuintes, sem prejuízo da obrigação de quitar eventuais débitos contraídos; 
III. Pugnar por seus direitos, quando lesados ou ofendidos, assegurando-lhe o amplo direito de defesa e recurso;
IV. Ter assegurado os benefícios estatuídos no artigo 5º, nas formas e condições estabelecidas no Regimento Interno. 

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 

Art. 10º - Para execução de suas atividades específicas e o cumprimento das atividades setoriais de administração geral, a Caixa Beneficente da Policia Militar do Distrito Federal terá os seguintes órgãos em sua estrutura administrativa: 

I. Conselho Deliberativo; (órgão máximo da cabe)
II. Diretoria Executiva; e 
III. Conselho Fiscal

Art. 11º – Para os ocupantes aos cargos da Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, serão exigidos os seguintes requisitos: 

I. Ser contribuinte nato; 
II. Diretor: ser Oficial Superior da PMDF com o mínimo de 19 anos de contribuição ininterrupta e possuir curso superior completo reconhecido pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA; 
III. Conselheiro: ter mais de 12 anos de contribuição e possuir curso superior completo reconhecido pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA;
IV. Gerentes: possuir curso superior completo reconhecido pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA 

Parágrafo Único: Os Conselhos Fiscal e Deliberativo deverão conter obrigatoriamente em sua composição, no mínimo 1 (um): 

a) Oficial Superior;
 b) Oficial Intermediário ou Subalterno; 
c) Subtenente ou Sargento;
 d) Cabo ou Soldado. 

Art. 12º - Os candidatos deverão, ao assumirem os cargos, apresentar cópia da relação de bens constantes na declaração de ajuste anual do Imposto de Renda dos últimos três anos. 
Art. 13º – As eleições serão na forma do Regimento Interno. 

SEÇÃO II 

DO CONSELHO DELIBERATIVO 

Art. 14º - O Conselho Deliberativo da Caixa Beneficente Policia Militar do Distrito Federal é o órgão máximo de deliberação e normatização da entidade. 

 § 1º - O Conselho Deliberativo será composto por 07 (sete) membros efetivos e 03 (três) suplentes, escolhidos na forma do Regimento Interno. 

 § 2º - O Conselho Deliberativo será presidido por um de seus membros eleito pelo próprio conselho e, em caráter excepcional, pelo conselheiro mais velho. 

Art. 15º- Para os fins previstos, compete ao Conselho Deliberativo: 

I. Reunir-se em sessão ordinária no mínimo uma vez por mês, ou ainda, em sessão extraordinária, sempre que necessário;

 II. Ser informado acerca dos balancetes mensais e balanço anual financeiro, orçamentário e patrimonial da entidade; 
III. Registrar, cronologicamente em livro próprio de atas, os assuntos tratados nas reuniões ordinárias e extraordinárias; 

IV. Fazer processar na forma da lei, aquele ou aqueles que tenham extraviado ou se apossado de bens ou valores móveis ou imóveis, ou ainda, que tenham negligenciado ou concorrido de qualquer forma para causar danos ou prejuízos pecuniários ou materiais à Instituição;
V. Acolher as representações dos contribuintes, adotando as providências cabíveis aos casos examinados; 
VI. Implantar novos planos beneficentes acessórios e criar projetos sócio-culturais, por proposta da Diretoria Executiva; VII. Nomear os diretores e gerente da Diretoria Executiva; VIII. Apreciar, quanto ao mérito, às soluções inerentes a sua competência prevista no Regulamento e Regimento Interno da Entidade; IX. Suprir e regular os casos omissos.  
  
Parágrafo Único - Compete privativamente ao Conselho Deliberativo propor alteração do Estatuto, com exceção dos artigos 2º, 10º e 11º do presente Estatuto.   

SEÇÃO III 

DA DIRETORIA EXECUTIVA 

Art. 16º - A Diretoria Executiva é o órgão gestor da Caixa Beneficente da Polícia Militar do Distrito Federal, subordinada ao Conselho Deliberativo cuja atribuição é a de gerenciar a entidade, de forma a alcançar os objetivos fixados, tendo a seguinte constituição: 
I. Diretor; 
II. Vice-Diretor; 
III. Gerência Administrativa; 
IV. Gerência Jurídica e de Projetos; e 
V. Gerência de Benefícios. 

§ 1º -  Compete ao Diretor: 
a) representar a Caixa Beneficente da Polícia Militar do Distrito Federal em juízo e fora dele, constituindo procurador quando julgar necessário; b) administrar a Caixa Beneficente da Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo cumprir este Estatuto e as deliberações do Conselho Deliberativo

COMENTÁRIO:

Amigos policiais e eleitores da CABE, como todos puderam ver o órgão máximo e gestor da cabe e o conselho deliberativo e para concorrer a ele você só precisar ser sócio ininterruptamente ha 12 anos e ter curso superior, agora para ser o diretor executivo tem que ser oficial superior e ter 19 anos de contribuição e curso superior, mas, ele será indicado pelo presidente do conselho deliberativo a qual as diretorias são subordinadas, está claro no estatuto, portanto agora você já sabe a verdade, quando vierem lhes dizer que um praça não pode ser o presidente da cabe estarão mentindo para você. 
Se você tem interesse em participar de uma chapa encabeçada por um praça faça contato no tel. 84280794. 
A CABE era dos praças e nos foi tirada, vamos resgatar nossa entidade votando em um praça para presidi-la nos próximo quatro anos.



16 de jul de 2015

EM REUNIÃO NA SECRETARIA DE SEGURANÇA CMT GERAL AFIRMA QUE NÃO HAVERÁ REDUÇÃO DE INTERSTÍCIO PARA AS PROMOÇÕES DE AGOSTO

DIRETORIA DA CABE MANDA SUSPENDER ASSISTENCIA JURÍDICA QUE ME DEFENDIA NO PROCESSO QUE CORRE CONTRA MIM NA AUDITORIA MILITAR NAS VÉSPERA DO MEU JULGAMENTO, AJUDEM A DIVULGAR ESTE VÍDEO, ISTO É UM ABSURDO.

REVISTA ELETRÔNICA 19 DE 2015, NÃO PODEMOS ACEITAR ESTE TIPO DE ATITUDE.



Assuntos tratados na reunião na secretaria de segurança com o FÓRUM das associações, secretário de segurança e o CMT GERAL DA PMDFJ.

PARTICIPARAM DA REUNIÃO:
SECRETÁRIO DE SEGURANÇA ARTHUR TRINDADE
CMT GERAL DA PMDF - CEL CESAR
CEL BRAMBILLA – COORDENADDOR DO FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES
CAP CHACOM -  ASAPOL
MAJOR CRUZ – CIFAIS
CEL TEDESCHI - ASSOR
SGT FERREIRA - CAP
ST MENDES - ASPRA
MAJOR  DANIR - ASSOFBM
TEN ALBERTO - GREMIO 
CEL SANTANA - ASSESSOR
CEL RIBAS CHEFE DA CASA MILITAR
CEL LEMOS PITA – ASSESSOR
CEL CESAR – CMT GERAL DA PMDF
CEL PIZETA - ASOFPMDF
ST RICARDO PATO - PRESIDENTE DA ASS. REPRESENTATIVAS DOS SUBTEN E SGTS PMDF.


Amigos que acompanham meu blog. neste texto procurarei de forma resumida e que fique claro a todos o que foi dito na reunião na secretaria de segurança realizada entre o FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES, SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E O CMT GERAL DA PMDF, 
Após a leitrura você poderá tirar suas próprias conclusões.



CEL BRAMBILA COORDENADOR DO FÓRUM DAS ASSOCIAÇÕES FEZ USO DA PALAVRAS DANDO ABERTURA A REUNIÃO
Na oportunidade apresentou, a todos os componentes do Fórum onde após sua fala franqueou  a oportunidade para que cada representante da categoria que estava presente a reunião pudesse fazer suas considerações  Iniciou sua Falando do fundo constitucional e da saúde precária da PMDF  bem como o atendimento, ressaltou que a retirada de 720 MILHÕES DO FUNDO deixará a corporação em dificuldade para cumprir seus contratos e ordenamentos e deixou claro que o fundo pertence a segurança pública. Também externou a necessidade de começarmos a dialogar com o governador a respeito do reajuste salarial da categoria para o próximo ano, tendo em vista as dificuldades financeiras que a atual gestão do GDF tem encontrado para sanear suas contas, mas, que precisamos urgentemente darmos continuidade ao processo de um plano de carreira tendo em vista a reestruturação está emperrada e não tem data para ser entregue ao governador pelo comando da PM. Por último solicitou a reposição de mão de obra tendo em vista a quantidade de policiais que estão pedindo para irem para a reserva e com isso sacrificando os companheiros que estão tendo que trabalharem dobrados para atenderem as demandas em relação ao policiamento e atendimento a população, após suas colocações passou a palavra ao major CRUZ presidente da CIFAIS.
Major Cruz focou sua fala nos problemas enfrentados pelos policiais e dependentes com relação a saúde e seus convênios, solicitando um socorro no repasse de modo a assegurar o atendimento nos hospitais conveniados com a PMDF até o final do ano, dando maior tranquilidade a tropa que já vem dando sinais de insatisfação, bem como melhorar o atendimento para marcação de consultas que tem se mostrado inoperante.Em seguida o Cel Fábio Pizeta fez presidente da ASOF, fez uso da palavra e falou da importância da contratação de médicos para melhorar o atendimento e agilizar as marcações de consultas, quanto ao Cel Tedeschi presidente da ASSOR, cobrou das autoridades presentes uma reunião o mais rápido possível do Fórum com o governador para levarmos nossas demandas a ele. 


Em seguida o ST RICARDO PATO - PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA DOS SUBTENE E SARGENTOS DA PMDF E CBMD, iniciou sua fala informando que por estar na ativa e ser praça tem recebido muitas reclamações e solicitações dos praças para que fossem levadas ao conhecimento de nossas autoridade as quais esperam por respostas, dentre elas a abertura de mais vagas para os cursos do CAP e CAEPE, requisitos exigido em lei para as promoções, e que muitos deixarão de serem promovidos em agosto por não terem sidos chamados para fazerem os respectivos cursos, Outro assunto trazido pelo St Ricardo Pato foi a questão do CHOAEM, onde deixou claro que na lei 12086 em momento algum cita que a realização do curso se dará .através de provas e concursos, este assunto gerou uma pequena discussão e o CMT GERA ficou de agendar uma reunião com o FÓRUM  só para debatermos sobre as promoções. Na ocasião foi cobrado a participação das associações na elaboração da reestruturação tendo em vista ninguém está sabendo o que esta sendo feito e que nós praças não aceitaremos mais sermos prejudicados. Aproveitou a oportunidade e entregou ao secretário de segurança uma proposta com dez ítens que venha a contemplar a categoria enquanto se discute o encaminhamento da reestruturação, esta proposta já foi postada no blog. mais republicarei para que todos tenham conhecimento, tendo em vista a policiai civil está pleiteando alguns benefícios e agora que nós estamos conseguindo a equiparação salarial com a co-irmã não aceitamos mais reajustes diferenciados entre as dois seguimentos da segurança pública, momento este que o secretário afirmou que o governador está atento a isso e que não concederá reajustes diferenciados.  O St Ricardo Pato encerrou sua fala dizendo que o momento para sentarmos com o governo e iniciarmos um diálogo sobre nossas demandas é esse, por que a partir do ano que vem se nada acontecer os ânimos da categoria podem voltar a ficarem acirrados e negociar sobre pressão não é bom para ninguém. Em seguida o ST Mendes representando a ASPRA fez uso da palavra e pediu a valorização da mão de obra e que se verifique as perdas que nossos aposentados tem quando passam para a inatividade. O Major Danir representando a ASOFBM,  ressaltou o espaço que a segurança pública vem perdendo no FUNDO CONSTITUCIONAL, onde hoje menos de 50% está sendo utilizado na segurança pública, deixou claro que o fundo constitucional foi criado para custear a segurança pública e agora estamos ficando para traz.

VAMOS AS RESPOSTAS DAS NOSSAS AUTORIDADES
CMT GERAL CEL CESAR.  
SAÚDE - Informou que asssumiu o comando com uma dívida de mais de 67 milhões de reais que vinha se arrastando desde 2013 e que foi feito um cronograma de pagamento da dívida e por isso os hospitais que esperavam receber tudo a vista não quiseram renovar contrato como foi o caso do hospital são francisco de Ceilândia, outro fato que contribui para a desistência dos hospitais em renovar os convênios foi a contratação de uma auditoria para verificar os exageros cobrados nos valores dos faturamentos que chegavam a 30% de super faturamento, com isso o hospital Anchieta  que chegou a ser cogitado não quis fazer convênio e os que estão conveniados ameaçam sair, mas o comando não ficará refén da rede de saúde e como gestor tem que zelar pelo bom atendimento mais principalmente pelas contas que é ele quem responde caso venha dar alguma irregularidade. o comandante afirmou que em um ano o nosso centro médico estará atendendo a todo vapor e suprirá nossas demandas na área de saúde, mas, enquanto isso não acontece apesar de ter apenas 140 milhões para serem gastos nesta área está priorizando os ressarcimentos das consultas. Com relação ao efetivo, informou que até 2022 serão contratado  mil policiais por ano, mas, que não tem como utilizar o cadastro reserva tendo em vista não existir mais, portanto terá que abrir novos concursos,  somente para a área médica existe cadastro reservas e eles serão chamados. 
PROMOÇÃO - informou que não haverá redução de interstício para as promoções de agosto, mas que foi feito um estudo para a redução em Dezembro e que será entregue ao governador para verificar a possibilidade, este fato acontecerá por causa da contenção de despesa e do reajuste que todos farão jus ao auxílio moradia, que acontecerá no mês de setembro, por este motivo o governo precisa cortar gastos, e com  as promoções em dezembro os policiais promovidos receberão a diferença salarial em janeiro o que já será pago com o orçamento de 2016. O CMT GERAL encerrou informando que não são essas as medidas que gostaria de tomar mas, que devido as dificuldades que o país tem passado e principalmente o GDF em cumprir com suas obrigações devido a escassez de recursos, não tem outro caminho a ser seguido no momento. Após as explicações do CMT GERAL a palavra foi passada ao Cel Ribas chefe da CASA MILITAR, o coronel falou que o governador está sensível as nossas demandas, mas que o governo tem passado por muitas dificuldades para colocar as contas em dia, mas assegura que jamais em seu governo dará reajustes diferenciados entre os policiais, bombeiros e a polícia civil, o que for passado a polícia civil será repassado aos PMs  e Bombeiros, ressaltou que é hora de voltarmos a discutir a reestruturação. Por último o secretário de segurança se comprometeu em agendar uma reunião entre o governador e o Fórum das Associações.



PROPOSTA ENTREGUE AO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

ASS/ARMILC - ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLÍCIA MILITAR , CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO FEDERAL E DOS SERVIDORES PÚBLICOS MILITARES E CIVIS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
QNM 05 – CONJUNTO “O” - LOTE 45 – CEILÂNDIA SUL/ DF – CEP: 72 215–050 -FONE: 3471 1067.
PROPOSTA DE PROJETO DE LEI QUE ALTERA A LEI 10486 DISPONDO SOBRE A REMUNERAÇÃO DOS MILITARES DO DISTRITO FEDERAL.


Art. 1º - A remuneração dos policiais do Distrito Federal – Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar compõem-se de:
III – Gratificações:
a)..........................................................................................................
b)..........................................................................................................
c)..........................................................................................................
d) GTSP – Gratificação por Tempo de Serviços Prestados, devido mensal e regularmente aos militares inativos do Distrito Federal, correspondente a 1/21 (vinte e um avos) da remuneração do último posto da carreira militar de policial e bombeiros do Distrito Federal.
Art. 4º - Fica alterado o inciso XVI do Art. 3º, acrescidos o § 4º ao artigo 24 e o § 4º ao artigo 26, e alterada a Tabela V do Anexo IV da LEI 10486, de 4 de julho de 2002, com a seguinte redação.
Art.3º...................................................................................................
XVI – Auxílio-invalidez – direito pecuniário devido ao militar reformado como inválido, por incapacidade para o serviço ativo, ou enquadrado no § 4º do Art. 26 desta Lei, conforme Tabela V do anexo IV.
Art.24...................................................................................................
§ 4º Fica garantida a não redução dos proventos ao militar que tenha modificada sua situação na inatividade para a prestação de tarefa por tempo certo que tenha seus proventos calculados sobre o soldo integral do posto ou graduação.
Art.26............................................................................................
§ 4º Excepcionalmente, o militar que tenha retornado ao serviço ativo, com base no instituto da readaptação, ou o inativo nomeado para prestação de tarefa por tempo certo, não perderão o direito à percepção do auxílio invalidez, desde que se enquadre em uma das hipóteses constantes nos incisos I e II deste artigo.
TABELA V – AUXÍLIO INVALIDEZ

SITUAÇÃO
VALOR REPRESENTATIVO
FUNDAMENTO
A
O militar julgado incapaz definitivamente por um dos motivos constantes do art 24 desta Lei terá direito ao auxílio-invalidez, desde que considerado total e permanentemente inválido para qualquer trabalho, devidamente constatado por junta médica da Corporação.
60% do soldo de coronel.
Arts. 2º 3º e 26 desta Lei
B
O militar que, por prescrição médica, homologada por junta médica da Corporação, necessitar de assistência ou de cuidados em razão das doenças relacionadas no parágrafo primeiro do artigo 24 desta Lei.
60% do soldo de coronel.
Arts. 2º 3º e 26 desta Lei

  

ASS/ARMILC - ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA DOS SUBTENENTES E SARGENTOS DA POLÍCIA MILITAR , CORPO DE BOMBEIRO MILITAR DO DISTRITO FEDERAL E DOS SERVIDORES PÚBLICOS MILITARES E CIVIS DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
QNM 05 – CONJUNTO “O” - LOTE 45 – CEILÂNDIA SUL/ DF – CEP: 72 215–050 -FONE: 3471 1067.

PROPOSTA PARA EMENDA PARLAMENTAR QUE ALTERA A LEI 12086.

O Caput do § 1º do Art. 5º  e o inciso II e § 4º, do Art. 86 da Lei 12086, passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 5º - Promoção é o ato administrativo e tem como finalidade básica a ascensão seletiva aos postos e graduações superiores, com base no interstício de cada grau hierárquico.
§ 1º - Interstício é o período máximo que cada policial militar e bombeiros militares dos quadros de praças e oficiais administrativos, músicos e especialistas deverão cumprir em cada posto ou graduação e não poderá ultrapassar ao período de três anos  em cada posto ou graduação, exceto os soldados de segunda classe, onde o interstício será de seis meses.
§ 2º - Cumprida as demais exigências estabelecidas para a promoção, o interstício deverá ser reduzido quantas vezes se fizer necessário, sempre que houver vagas disponíveis e não preenchidas por esta condição.
§ 3º - As promoções das praças e dos oficiais QOPMA, QOPME e QOPMM cumprida às exigências contida na Lei, ocorrerão independentemente de vagas pelo critério de antiguidade.

Art. 32 Para inclusão no QOPMA, QOPME e QOPMM, o policial militar deverá:
I - Revogado
II – Revogado
III – Revogado
IV – Revogado
V...................................................................................................
VI..................................................................................................
VII.................................................................................................
VIII - ser subtenente habilitado.
IX – concluir, com aproveitamento, o Curso Preparatório de Oficiais.
Parágrafo Primeiro. O Curso Preparatório de Oficiais terá a finalidade de habilitar a praça e não o caráter classificatório, sendo, a praça habilitada, promovida por antiguidade ao posto de segundo tenente obedecendo sua classificação no almanaque quando se apresentou para frequentar o curso.
Parágrafo Segundo – As promoções de que trata o caput do artigo, se processarão somente pelo critério de antiguidade.
Art. 52 – Revogado.
“Art. 59 - Para os efeitos do disposto no inciso I do art. 38 e para percepção do adicional de certificação profissional, fica estabelecida a seguinte equivalência de cursos:

I - a Curso de Formação de Praça PM - CFP/PM, o Curso de Formação de Soldado PM - CFSd/PM;

II - a Curso de Aperfeiçoamento de Praça PM - CAP/PM, o Curso de Formação de Sargentos PM - CFS/PM;

III - a Curso de Altos Estudos para Praça PM - CAEP/PM, o Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos PM - CAS/PM; e
IV - a Curso de Formação, os cursos superiores exigidos para o ingresso dos militares dos Quadros de Oficiais Policiais Militares de Saúde - QOPMS e Capelães – QOPMC.”(NR)


Art. 75 - ......................................................................................

I – Revogado


Art. 79 - ......................................................................................

I – Ser Subtenente

II –

III –

IV – Revogado

V - ................................................................................................

§1º................................................................................................

§ 2º - As promoções e que trata o caput do artigo se processarão somente pelo critério de antiguidade.

§3º   .............................................................................................

I – Revogado

II – Revogado

III – Revogado

IV - Revogado

Art.86...................................................................................................
II – Possuir o interstício exigido para o respectivo grau hierárquico;
§ 4º - Interstício é o período máximo de três anos, que cada policial militar e bombeiro militar do quadro dos soldados primeira classe, cabos, Subtenentes, sargentos e do quadro de oficiais especialistas, músicos e administrativos deverão permanecer  na graduação, exceto os soldados de segunda classe que terão seu interstício de seis meses.
Art.114.................................................................................................
§ 5º - Fica assegurado ao policial militar e bombeiro militar que completar 30 (Trinta) anos de serviço a percepção dos proventos do grau hierárquico imediatamente superior. 
§ 6º - A carreira dos praças da polícia militar e do corpo de bombeiros militares do Distrito Federal  inicia como soldado de 2ª classe e encerra no último posto correspondente ao seu quadro.
§ 7º - As policiais militares e bombeiras militares femininas são facultadas o pedido para a reserva remunerada, desde que tenham no mínimo 25 anos de efetivo serviço as Corporações, sendo-lhes garantida a percepção integral de seus vencimentos.
§ 7º Ao policial militar e bombeiro militar será assegurada a estabilidade funcional após a primeira promoção ao posto ou graduação da carreira.

Art. 124 – Ficam revogadas:


I – As tabelas que tratam dos interstícios e das promoções das praças, oficiais administrativos, músicos e especialistas da policia militar e do corpo de bombeiros militares e cria-se uma nova tabela de acordo com as alterações propostas a nos artigos que tratam destes assuntos na Lei 12086.



















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