Luta por benefícios não é de agora!

A luta contra os impecílios não vem de agora. Já em 2010 na busca por melhorias salatiais enfrantamos ações excusas, clique e relembre.

Reunião com o "representante" para reivindicações - 2011

Em reunião com o "reprensentante" da categoria cobramos posiocionamento em relaçõa à algumas demandas pontuais em relaçõa à PMDF.

Primeira carreata da cobrança - maio de 2011

O RECADO FOI DADO, CARREATA DA COBRANÇA.

MAIS DE 10 MIL PMs E BOMBEIROS SE REÚNEM NA PRAÇA DO RELÓGIO

PARABÉNS AOS COLEGAS PELA DEMONSTRAÇÃO DE UNIÃO, PARTICIPAÇÃO E DISCIPLINA.

Várias reuniões em busca de melhorias para as categorias- 2012

Resultado da reunião com a bancada dos deputados federais e senadores do DF com o Movimento Unificado da PM e BM, ocorrida na Câmara dos Deputados.

Convocação para mobilização 2010

Sempre buscamos esclarecer e mostrar os melhores meios possíveis para o êxito das reividicações.

Maior assembleia PM e BM DF

PMs e Bombeiros Militares de Brasília realizam o maior movimento reivindicatório já registrado no DISTRITO FEDERAL.

28 de mar de 2015

CHOAEM QUESTIONADO NA JUSTIÇA


QUARTA REVISTA ELETRÔNICA,


O procurador-geral da República ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5249) contra dispositivos da Lei Federal 12.086/2009 e do Decreto 33.244/2011, do Distrito Federal, que, ao dispor sobre os servidores da Polícia Militar do DF e do Corpo de Bombeiros Militar do DF, permitem acesso a diversas carreiras de oficiais por meio de transposição. Para o chefe do Ministério Público, as normas afrontam o princípio constitucional do concurso público e, em consequência, os princípios da igualdade e da eficiência.


Na ADI, o procurador revela que, ao regular as carreiras de oficiais permitindo, em determinados casos, a transposição de cargo para acesso ao oficialato, os dispositivos questionados violam o artigo 37 (inciso II) da Constituição Federal, que exige realização de concurso público para provimento de cargos na administração pública, uma vez que não incide nenhuma das exceções constitucionais a essa exigência.

Desde a Constituição de 1988, o concurso público é obrigatório para o provimento de cargos e empregos púbicos, tanto na esfera federal quanto nas esferas estaduais e municipais, civil ou militar. A realização de certame público assegura observância de princípios e garantias constitucionais como isonomia, devido processo legal, ampla defesa, impessoalidade, moralidade e eficiência, ressalta a ação.

A inconstitucionalidade do provimento por concurso interno para cargos de carreiras distintas já foi pacificada no STF, por meio da Súmula 685, explica o procurador. E, segundo ele, é nítida a distinção entre os quadros da carreira militar de oficiais, que exercem comando, chefia e direção nas corporações militares, e de praças, aos quais cabem atividades complementares e de execução operacional.

“Portanto, tratando-se de quadros diversos, no vigente regime constitucional, compostos por cargos com atribuições radicalmente distintas, exige-se prévia realização de concurso público específico para o quadro de oficial, não sendo possível realização de concurso interno para acesso ao oficialato, em virtude do estabelecido pelo artigo 37 (inciso II) da Constituição da República”.

Tratamento diverso

O procurador lembra que para ingressar nos quadros de Oficiais Policiais Militares, Oficiais Policiais Militares de Saúde, Oficiais Policiais Militares Capelães, Oficiais Bombeiros Militares Combatentes, Oficiais Bombeiros Militares de Saúde, Oficiais Bombeiros Militares Complementar e de Oficiais Bombeiros Militares Capelães, é necessário aprovação em concurso público.

Já para os quadros de Oficiais Policiais Militares Administrativos, Oficiais Policiais Militares Especialistas, Oficiais Policiais Militares Músicos, Oficiais Bombeiros Militares de Administração, Oficiais Bombeiros Militares Músicos e Oficiais Bombeiros Militares de Manutenção, o acesso pode ocorrer mediante transposição de cargo por meio de processo seletivo interno, cujos únicos postulantes são aqueles que ingressaram originariamente nas corporações na graduação de praças.

“Ante a exigência de concurso público para ingresso em vários quadros de oficialato, não há razão alguma de interesse público ou de justificação de tratamento diverso para amparar ingresso mediante seleção interna ou ascensão nos quadros a que se referem as normas impugnadas”, argumenta o procurador, afirmando que essa diferenciação ofende os princípios da isonomia e da eficiência.

O procurador pede a concessão de medida cautelar para suspender os efeitos dos dispositivos questionados da Lei 12.086/2009 e, por arrastamento, do Decreto Distrital 33.244/2011. E, no mérito, a confirmação da liminar, com a declaração de inconstitucionalidade das normas.

O tema, no entanto, será analisado diretamente quanto ao mérito. O relator da ação, ministro Teori Zavascki, aplicou ao processo o rito abreviado, previsto no artigo 12 da Lei das ADIs (Lei 9.868/1999), em razão da relevância do tema. Com isso, a decisão será tomada em caráter definitivo pelo Plenário do STF.

MB/FB
Processos relacionados
ADI 5249

Fonte: STF

25 de mar de 2015

REAJUSTE ASSEGURADO NA JUSTIÇA, REVISTA ELETRONICA, RESUMO DA LUTA DA OPERAÇÃO TARTARUGA, PARA QUE NUNCA CAIA NO ESQUECIMENTO.

Amigos leitores do blog. nesta edição estamos levando ao conhecimento dos senhores e senhoras fatos que aconteceram recentes e que são de interesse de toda família policial e bombeiros do Distrito Federal, uma das notícias que nos manteve apreensível foi o julgamento do nosso reajuste salarial que aconteceu na data de ontem dia 24 de março de 2015 e que graças a DEUS, foi julgada improcedente a ADI  ajuizada pelo ministério público, essa é mais uma conquista de uma luta que durou três anos contra o governo Agnelo que relutou em conceder reajuste para a categoria, mas, que ao final teve que se render a nossa mobilização e a opinião pública do DF que entenderam que nossas reivindicações eram justas. Essa conquista levou muitos companheiros a prisão, gerou processo de licenciamento a bem da disciplina para mim, multas as associações que participaram do movimento foram multadas e também vários processos abertos na auditoria militar contra vários companheiros  e que ainda irão a julgamento, por tudo isso, coloquei um resumo de nossa luta para que nunca caia no esquecimento o maior movimento reivindicatório decretado pelos policiais e bombeiros militares de Brasília o qual me orgulho de ter feito parte da organização, que todos saibam aproveitar bem esta terceira parcela do reajuste de 15,8% concedido (ÚLGTIMA PARCELA NO PERCENTUAL DE 5% E QUE JÁ ESTÁ IMPLANTADO NO CONTRA) e que em setembro virá a segunda parcela do auxílio moradia no percentual de 7%, mais uma vez agradeço a todos pelo voto de confiança que foi depositado a mim e a todas as lideranças que participaram desta luta.

REVISTA ELETRÔNICA RESUMO DO INICIO AO FIM DA NOSSA LUTA PELO REAJUSTE SALARIAL



Fim da apreensão: Decretos que regulam os Auxílios Moradia e Alimentação dos militares do DF são mantidos pelo Conselho Especial do TJDFT


O Conselho Especial do TJDFT, por unanimidade, julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI, e manteve os decretos 23.390, de 26 de novembro de 2002; 24.198. de 6 de novembro de 2003; 35.181, de 18 de fevereiro de 2014; e 35.182, de fevereiro de 2014. Todos eles emitidos pelo Distrito Federal e referentes à regulamentação e reajuste dos auxílios de moradia e alimentação, previstos na lei de Remuneração dos Militares do Distrito Federal.   

A ADI foi ajuizada pelo MPDFT que alegou, em síntese, que se que os decretos atacados teriam substituído a legislação federal, indo além do mero exercício do poder regulamentar conferido por lei ao Governador do Distrito Federal, afrontando o artigo 14 da Lei Orgânica do Distrito Federal e o enunciado 647 da Súmula do Supremo Tribunal Federal. 

Os desembargadores entenderam que os decretos são válidos e não possuem nenhum tipo de vício, seja formal ou material. 


Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios




 24/03/2015 06h29 - Atualizado em 24/03/2015 06h29

Major dá voz de prisão a agente do Detran que trabalhava armado no DF

Bombeiro questionou equipe sobre atuação no trânsito de Águas Claras.
Agentes tinham documento autorizando uso; polícia investiga o caso.

Do G1 DF

entes do Detran discutem com major do Corpo de Bombeiros no Distrito Federal (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
Um major aposentado do Corpo de Bombeiros deu voz de prisão a um agente de Detran que estava armado enquanto ajudava a controlar o trânsito na entrada de Águas Claras, região administrativa do Distrito Federal, na noite desta segunda-feira (23). A confusão começou quando o militar questionou a equipe sobre o trabalho, alegando não haver fluidez na via. Os homens dizem que ele estava exaltado. Durante o desentendimento, o major percebeu que três agentes portavam armas e alegou que eles não tinham autorização para aquilo.
O caso foi levado para a 21ª Delegacia de Polícia. Um documento apresentado pelos agentes do Detran mostra que eles podem portar arma e que há inclusive um comunicado feito pela autarquia à Polícia Federal a respeito.  O uso dos equipamentos por servidores do Detran está autorizado por uma lei distrital de 1997.
O diretor de Fiscalização do Detran, Silvain Fonseca, disse acreditar que não houve irregularidade. “É uma lei que já existe há mais de 20 anos, anterior ao estatuto do desarmamento. Quando veio o estatuto, houve o questionamento, mas, até então, nós temos um entendimento jurídico de que continua valendo.”
O incidente aconteceu por volta de 19h30. Quando o major, de 54 anos, deixou a delegacia, houve mais discussão. Os agentes do Detran também foram liberados, mas as armas ficaram na unidade policial.
A corporação informou que vai checar junto ao Tribunal de Justiça em que pé anda a decisão sobre a inconstitucionalidade da lei. “Todos passaram por um treinamento para utilizar a arma, sim. Atualmente cada um tem uma arma para sua defesa. A intenção futura é que o órgão ofereça esse armamento”, afirmou Fonseca.

Militares do 24º Batalhão de Polícia Militar realizaram um parto no Varjão. O caso ocorreu por volta das 16h desta segunda-feira (23/3).



De acordo com a corporação, a equipe estava no Posto Policial da região quando um homem chegou pedindo socorro e avisou que uma mulher havia entrado em trabalho de parto na quadra 9. Ao chegar no local, os policiais perceberam que a criança estava prestes a nascer, não conseguiriam levar a mãe ao hospital e auxiliaram na realização do parto.

Após o nascimento, o Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou a mãe e a criança recém-nascida ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As duas passam bem.
PUBLICIDADE


ST CYBELY MARA FOI SOLTA E ESTÁ EM CASA COM A FAMÍLIA.





DESOBEDIÊNCIA »
PM é solta e major se defende Juíza concede liberdade à subtenente presa por desacato na última sexta-feira. Subcomandante do 17º Batalhão nega que a discussão entre os dois tenha começado por conta de uma vaquinha para festa

» KELLY ALMEIDA
Publicação: 24/03/2015 04:00

Em entrevista ao Correio, o major Luiz Alves justificou a ordem de prisão: "Eu não tinha outra saída"


Presa por desobediência e transferida para o Complexo Penitenciário da Papuda, a situação da subtenente da PM Cybele Mara causou uma série de protestos nas redes sociais. Por mensagens de celular, militares ameaçaram, inclusive, fazer uma operação tartaruga caso ela não fosse solta. Mas a militar conseguiu liberdade no fim da tarde de ontem, concedida pela juíza substituta Yeda Maria Morales Sánchez, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Entre as condições estipuladas, estão o comparecimento mensal da militar à Justiça, a proibição de mudar de endereço residencial sem comunicar, entre outros. 

Em entrevista ao Correio, o subcomandante do 17º Batalhão da PM (Águas Claras), major Luiz Alves, negou que a discussão entre os dois tenha começado por uma vaquinha para a festa do comandante do batalhão. Toda a polêmica começou na manhã de sexta-feira no 17º BPM. Cerca 40 policiais participavam de uma reunião. Militares presentes na ocasião contaram que os ânimos esquentaram depois de vários PMs dizerem que não participariam do aniversário do comandante. Ontem, acompanhado de advogados e representantes da Associação dos Oficiais da PM (Asof), Luiz Alves negou a versão. “Só entrei no assunto porque os policiais estavam achando que o evento era só para os oficiais. Passei a palavra para a policial que estava organizando a confraternização e ela disse que quem não tivesse os R$ 50 para participar do bufê era só falar que daria um jeito. Em momento algum, pedi dinheiro para vaquinha”, afirma o major. 

Passado o assunto da confraternização, segundo o oficial, a pauta da reunião foram os índices de policiamento de Águas Claras. A subtenente teria discordado do subcomandante. “Ela interrompeu algumas vezes dizendo que não concordava. Mudei de assunto e disse que, se ela quisesse continuar falando sobre aquilo, falaríamos mais tarde. Em determinado momento, pediu permissão para deixar a reunião, mas não teve”, explica o subcomandante. 

Mesmo sem autorização do oficial, obrigatória no código militar, Cybele Mara deixou a sala. Recebeu voz de prisão pelo major. Em entrevista ao Correio horas depois da prisão, Cybele Mara disse que ao discordar do oficial, ele teria dito que “não queria mais ouvir a minha voz e me mandou calar”. Ele nega. “Eu não tinha outra saída. Ela cometeu um crime militar na frente de 40 pessoas. Se eu não cumpro a lei, respondo por prevaricação”, conclui o oficial. 

Cybele Mara passou o fim de semana presa. Ontem, o deputado distrital Ricardo Vale (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa, fez uma visita à subtenente. Em alguns grupos de policias, mensagens diziam que, caso ela não fosse solta, poderiam iniciar uma operação tartaruga. “Estamos apoiando a subtenente juridicamente, mas não estamos convocando operação”, disse o vice-presidente da Associação dos Praças da PM, Manoel Sansão.





22 de mar de 2015

PRISÃO DA ST CIBELY MARA GANHA REPERCUSSÃO NACIONAL, ASSISTAM NA REVISTA ELETRÔNICA

TERCEIRA REVISTA ELETRÔNICA, PRISÃO DE ST TENENTE REPERCUTE NACIONALMENTE



SUBTENENTE DA PM RECEBE VOZ DE PRISÃO E É CONDUZIDA À ‘PAPUDINHA’ APÓS DIVERGIR COM SUPERIOR

Subtenente da PM recebe voz de prisão e é conduzida à ‘Papudinha’ após divergir com superior


No momento em que a população do DF aplaude ações policiais, em que as polícias quebram barreiras relacionais coercitivas em relação a postura de medo ou de subserviência que os cidadãos de bens supostamente precisam ter em relação àqueles que os protegem, um caso de suposto abuso de poder dentro da Polícia Militar (PM), demonstra que há muito a se melhorar.

Recentemente a população aplaudiu a ação do O ato de Sargento do Grupo Tático Operacional (GTOP) da PM, Alberto Oliveira, do GTOP21, ao prestar continência, solitária e solidariamente, à beira de uma BR (30/Dez), ao ver passar o cortejo do corpo de Flavio, seguindo para enterro na cidade de Valparaiso (GO). Flávio Viana de Castro, morto com seis tiros na madrugada de sábado (26/Dez), em Gama, após reagir a um assalto.

Outro caso que repercutiu junto a sociedade se deu com a capitão da PM, Talita Oliveira Chaves Fontes, que mesmo em cumprimento do dever, soube acalentar uma moradora que viu não só a casa, mas também os sonhos, perspectivas e expectativas de um futuro melhor serem jogados por terra. Na ocasião (5/Fev), a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) cumpria determinação judicial de reintegração de posse de ocupação ilegal de terras públicas em Sol Nascente, Ceilândia.

Mas nem tudo são flores

Na tarde de sexta-feira (20/Mar) a subtenente da PM, Cybele Mara, recebeu ordem de prisão por descumprir ordem do superior, o major da PM, L. Alves, durante uma reunião no 17º Batalhão de Polícia Militar. Na ocasião Mara afirma ter deixado a sala de reunião, sem permissão, após discordar da fala de Alves.

Matéria veiculada pelo Jornal Correio Braziliense (20/Mar) esclarece que o incidente ocorreu após o Major questionar o motivo dos subordinados evitarem a participação dos subordinados no aniversário do comandante daquele BPM, o tenente-coronel, Daniel do Monte.

Mara alegou ter saído da reunião após o Major questionar a qualidade do serviço do batalhão: “O major disse que não havia ocorrências em Águas Claras porque os PMs dormiam em serviço. Discordei e afirmei que era por conta da qualidade do trabalho”, disse Mara, que afirmou ter pedido licença para sair da reunião, o que foi negado. “Ele negou e mesmo assim saí. Não aguentei ouvi-lo gritar, mandar eu ficar quieta, simplesmente não concordei”, disse. Foi quando ele deu voz de prisão.

Ainda de acordo com a matéria o advogado de Mara, Marcelo Almeida, afirma ser um caso de abuso de autoridade enquanto o chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, coronel Márcio Pereira, discorda de tal argumento. “Eles estavam em uma reunião de trabalho e a subtenente discordou de algumas considerações do major sobre o trabalho do batalhão. Ela se exaltou e saiu sem a permissão dele”, explicou. “Ela foi alertada três vezes antes de receber voz de prisão. Desconheço que tenha havido abuso de autoridade”, continuou.

O código militar é rígido

O Política Distrital conversou com alguns militares, e não os identificará por questões óbvias, mas se percebe é que o caso da prisão da subtenente não precisa ter chegado a tal polêmica.

Questionado um oficial militar explica que a situação é “complicada”, isso porque o Código Penal Militar (CPM) e os Regulamentos Disciplinares são muito “duros”. O oficial observa que pode ter ocorrido uma “certa insubordinação” por parte da subtenente, mas “um pouco de bom senso” poderia ter prevalecido e evitado a polêmica sobre o caso.

De acordo com o oficial: “A situação acabou por expor a Instituição, o comando e os envolvidos quando o uso do bom senso poderia ter sido utilizado. A prisão deveria ser a última atitude a ser adotada e de forma extrema. Principalmente em um momento em que toda a tropa vem de traumas como a perda de um colega em serviço, por causa de leis frouxas ou ainda da precária situação da saúde dentro da PM onde policiais e dependentes estão praticamente sem atendimento médico.”, afirma.

Outro militar observa que do ponto de vista militar, considerado ao “pé da letra” a ação do Major foi totalmente legítima. Mas ressalva que o CPM é antigo, de 1964. “Não existe isso na polícia civil ou na polícia federal, só existe isso na Polícia Militar do Brasil”, sugere que o código de conduta seja alterado e espera que as prisões disciplinares sejam discutidas dentro da Conferência Nacional de Segurança Pública.

No Congresso


Câmara quer alterar Código de Ética dos militares O Projeto de Lei 631/2015 que está em tramitação na Câmara Federal altera o regulamento disciplinar dos policiais e bombeiros militares. A proposta, de autoria do deputado Alberto Fraga (DEM), elimina a prisão disciplinar para militares, prevista no Código de Ética, e estabelece punições mais humanistas. O regulamento ora em vigor pune com prisão os policiais e bombeiros que cometerem transgressões disciplinares como chegar atrasado ao serviço. O PL propõe a extinção da prisão e estabelece novas punições. Suspensão, desconto no salário e trabalho voluntário para comunidade estão entre as sansões. Na proposta as sanções previstas no Código de Ética dos policiais e bombeiros militares sem atitudes mais humanistas, eliminando a prisão como punição disciplinar.

E enquanto isso

Após ser encaminhada à Corregedoria da PM e passar pelo Instituto Médico Legal (IML), Mara foi encaminhada para o 19º BPM, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda onde ficam os PMs presos, popularmente conhecido por ‘Papudinha’ neste sábado (21/Mar).

A comoção da população em relação ao caso de Mara entra em confronto com as rígidas normas do CPM e dos RDs pois deixa o cidadão comum na trincheira do “Uma coisa é uma coisa e outra coisa ainda é outra coisa”. Isso porque o clamor da população civil pede que se conduza e avalie do caso sobre a ótica ‘jusnaturalista’ ao questionar a prisão de uma PM, mãe de família, detida na papudinha, o que passa a imagem de tratamento análogo ao de bandido.

Fonte: Site Politica Distrital


PM é presa dentro de batalhão por discordar de ordem de subcomandante

A policial pediu permissão para deixar a sala, ouviu um não como resposta, saiu e foi presa; advogado dela cita "abuso de autoridade" do major.

 postado em 20/03/2015 22:15 / atualizado em 20/03/2015 22:30
Uma policial militar do 17º Batalhão, de Águas Claras, foi presa por volta das 11h desta sexta-feira (20/3), após não acatar ordem do subcomandante da unidade. A subtenente Cybele Mara, 48 anos, relata ter recebido voz de prisão após discordar da fala do major Alves e deixar a sala sem a permissão dele. O advogado dela promete processar o oficial por abuso de autoridade, prática negada pelo chefe de comunicação social da corporação.

O incidente ocorreu durante reunião convocada pelo major para questionar o porquê de os subordinados não quererem participar do jantar de aniversário do comandante da unidade, tenente-coronel Daniel do Monte. O subcomandante teria questionado a qualidade do serviço do batalhão. "O major disse que não havia ocorrências em Águas Claras porque os PMs dormiam em serviço. Discordei e afirmei que era por conta da qualidade do trabalho", disse Cybele.

Nesse momento, o oficial teria mandado a subtenente ficar quieta pois "não queria mais ouvir dela". Ela teria pedido permissão para sair, ação comum no militarismo quando alguém se dirige ao superior. "Ele negou e mesmo assim saí. Não aguentei ouvi-lo gritar, mandar eu ficar quieta, simplesmente não concordei", disse. Foi quando ele deu voz de prisão.


A conversa da policial com a reportagem aconteceu enquanto ela saía do Instituto de Medicina Legal (IML) e se dirigia para a Corregedoria da Polícia Militar. Até o momento da publicação, ela não tinha sido deslocada para o 19º BPM, unidade do Complexo Penitenciário da Papuda onde ficam os PMs presos. 

Para o advogado de Cybele, o ocorrido no 17º BPM configura abuso de autoridade. "Não tenho dúvidas de que houve abuso de autoridade", disse Marcelo Almeida, que promete processar o major. "Vou fazer o possível para liberá-la antes do fim de semana e, ao conseguir fazê-la sair, vou entrar com uma representação civil por abuso de autoridade", afirmou.

O chefe do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar, coronel Márcio Pereira, disse desconhecer que tenha havido abuso de autoridade. "Eles estavam em uma reunião de trabalho e a subtenente discordou de algumas considerações do major sobre o trabalho do batalhão. Ela se exaltou e saiu sem a permissão dele", explicou. "Ela foi alertada três vezes antes de receber voz de prisão. Desconheço que tenha havido abuso de autoridade", continuou.

Parece que prisão e só para policiais bandidos deitam e rolam e estão soltos e um absurdo os valores estão se invertendo que país e esse?

a fardada é a bandida que está presa, que absurdo.

Polícia Militar convoca passeata contra impunidade no Paranoá

O comandante-geral do 20º Batalhão, o tenente-coronel Wilson Sarmento dos Santos, convocou os protestos em decorrência da morte do sargento Reinaldo Vieira, morto durante o atendimento a uma ocorrência


A morte do sargento Reinaldo Vieira, assassinado a tiros quando atendia uma ocorrência de violência doméstica no último fim de semana, deixou os colegas da Polícia Militar do DF indignados e os políticos em polvorosa. Com um discurso forte, o comandante-geral do 20º Batalhão da PM, o tenente-coronel Wilson Sarmento dos Santos, organizou um “ato contra a impunidade” para esta manhã, com uma caminhada do Itapoã ao Paranoá, onde o crime ocorreu.

Os deputados Alberto Fraga (DEM-DF), Jair Bolsonaro (PP-RJ), Rôney Nemer (PMDB-DF), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Laerte Bessa (PR-DF) gravaram vídeos de apoio ao protesto, distribuídos por mensagens de WhatsApp entre os policiais militares. Em ofícios enviados aos deputados com pedido de apoio à passeata, o tenente-coronel Sarmento sugere que os manifestantes vistam camiseta branca e defendam as seguintes bandeiras: “Se tem idade para cometer, tem idade para responder”, “Leis penais mais duras, sociedade mais forte”, “Lugar de preso é na cadeia”, “Pelo fim dos indultos”, “Pelo fim do saidão de Páscoa, Natal e Dia das Mães”.

Nesse episódio, o primeiro gesto político foi a presença do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) no enterro do sargento. Foi a primeira vez que um chefe do Poder Executivo acompanhou o sepultamento de um policial morto em serviço. Em nota à coluna, a Secretaria de Segurança e o Comando da Polícia Militar dizem que compartilham o sentimento de comoção provocado pela morte do sargento Vieira, mas ressaltam que a PM, como instituição de Estado, não assume bandeiras políticas.

On Line - 2ª, 3ª e 5ª às 21:00 h